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quarta-feira, maio 16

DIZIMO BIBLICO

Para maior entendimento acesse: http://prflavionunes.blogspot.com.br/

Graça e paz, amado!
Antes de responder sua pergunta, como teólogo que sou, tenho por obrigação de consultar o que a bíblia fala a respeito do termo “devorador”, em que textos e quais os contextos.
Vejamos:
  • ·         Deles comereis estes: a locusta segundo a sua espécie, o gafanhoto devorador segundo a sua espécie, o grilo segundo a sua espécie, e o gafanhoto segundo a sua espécie. Levítico 11:22
  • ·         E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; e a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos. Malaquias 3:11
  • ·         O que deixou o gafanhoto cortador, comeu-o o gafanhoto migrador; o que deixou o migrador, comeu-o o gafanhoto devorador; o que deixou o devorador, comeu-o o gafanhoto destruidor. Joel 1:4
  • ·         Restituir-vos-ei os anos que foram consumidos pelo gafanhoto migrador, pelo destruidor e pelo cortador, o meu grande exército que enviei contra vós outros. Joel 2:25
É bastante frequente, em nossas igrejas, ouvir o argumento de que o cristão deve dar o dízimo, sob pena de ser amaldiçoado e destruído, financeiramente, por um demônio conhecido como "devorador". Sobretudo, a despeito da famierada teologia da prosperidade que tem sido apregoada, utilizando-se de meios de comunicação em massa.
Mas, existe um demônio chamado "devorador"?
Visto que o trecho de Malaquias 3:11 é utilizado como apoio à teoria da existência desse ser perverso, o melhor meio para respondermos a essa pergunta é analisar o significa do termo "devorador", nesse versículo.
Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida. Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos. (Malaquias 3:10,11)
Utilizando um hermêutica saudável, logo fica claro que o termo "devorador" foi utilizado como recurso  para designar as pragas que assolavam as plantações daquela época: gafanhotos ou larvas.
O profeta Joel, por exemplo, classifica alguns gafanhotos como devoradores:
O que deixou o gafanhoto cortador, comeu-o o gafanhoto migrador; o que deixou o migrador, comeu-o o gafanhoto devorador; o que deixou o devorador, comeu-o o gafanhoto destruidor.(Joel 1:4)
O texto de Malaquias, nos ensina, dessa forma, que Deus prometeu que repreenderia todas as pragas destruidoras de plantações, caso o dízimo fosse entregue.
Mas alguém pode perguntar: não poderíamos extrair um significado espiritual, mais profundo dessa passagem, de forma que pudéssemos enxergar, no inseto devorador, a figura de um demônio?
Sabemos que a Bíblia é repleta de linguagem simbólica. Temos metáforas, parábolas, tipologia, etc. Sabemos, porém, que a linguagem simbólica predomina em alguns gêneros literários específicos, entre eles, a profecia e a poesia.
Acredito que, pela literalidade da passagem estudada, não há condições de ligar a figura do devorador a um demônio.
Também existem objeções teológicas contra essa afirmação de que um demônio fica à espreita do crente, pronto para minar as suas economias, caso pare de dar o dízimo:
Como primeira objeção, a palavra de Deus nos afirma que o Senhor Jesus Cristo nos deu autoridade sobre os demônios: Estes sinais hão de acompanhar aqueles que crêem: em meu nome, expelirão demônios..." (Marcos 16:7). Talvez alguém diga que esse tipo de demônio não dá para expulsar quando o crente está em uma situação de desobediência. Sabemos, porém, que o nome de Jesus Cristo tem poder, e que até falsos cristãos são capazes de expulsar demônios usando o Seu nome. No juízo final, muitos dos que irão para o inferno utilizarão a desculpa de que expulsaram muitos demônios; apesar disso o Senhor dirá "não vos conheço". Se há, portanto, algum demônio querendo arruinar a vida do crente, creio que, pelo poder da fé, ele seja capaz de expulsá-lo.
Não considero prudente utilizar os exemplos de Paulo e Jó para comprovar que os demônios, podem sim, atormentar o crente. Eles não foram atormentados por serem desobedientes, mas por serem obedientes. Além disso, no caso de Paulo, o mensageiro de Satanás que o esbofeteava bem poderia ser a representação das perseguições que ele sofria, levadas a efeito por homens que eram instrumentos de Satanás.
Como segunda objeção, particularmente, tenho dificuldades em entender que um cristão fique debaixo de maldição por não dar um dízimo. A Palavra de Deus declara a bendita condição daqueles que são filhos de Deus: eles são a bendita descendência espiritual de Abraão, estão assentados nas regiões celestiais, são sacerdócio santo, são novas criaturas, foram resgatados da maldição da lei, foram transportados do reino das trevas para o Reino de Deus; todas as coisas contribuem para o seu bem, etc.
Eu não acho plausível que Deus, depois de ter feito tanta coisa por nós, permita que uma maldição recaia sobre nossas vidas só porque não damos o dízimo. E o caso daquele que dá o dízimo num mês e no outro não dá? Ele é abençoado num mês e amaldiçoado no outro? Estou persuadido de que, para que o crente perca a sua condição de abençoado, há um longo caminho de desobediência para trilhar. Enquanto ele não chegar ao fim mortal desse itinerário de apostasia, o Deus dos céus continua a considerá-lo como um abençoado.
A essa altura você deve estar pensando, o Pr. Flávio certamente não é dizimista, caso contrário não estaria dizendo todas essas asneiras.
Engano seu. Dou graças a Deus por que sou dizimista. Mas não fui persuadido a ser dizimista por causa de alguma ameaça divina que me deixou aterrorizado, a ponto de dizer: "ai meu Deus, se eu não der o dízimo o devorador vai acabar comigo!"
Acredito que a maioria dos dizimistas tem outros motivos para contribuir para a causa do Senhor. Assim como Abraão e Jacó, os servos do Senhor dizimam impulsionados por um imenso sentimento de gratidão por todos os benefícios que eles têm recebido do Senhor. A maioria dos crentes que conheço não entregam o dízimo por medo, mais entregam com coração voluntário e grato. Esse gesto, na maioria dos casos, é acompanhado por um sentimento de profundo amor para com Deus.
Finalizando, portanto, quero dizer que nossos pastores poderiam utilizar argumentos melhores para persuadir os crentes a darem o dízimo:
Em primeiro lugar, poderiam ressaltar a bondade de Deus em nossas vidas. Ele nos salvou, nos transformou, nos deu uma família, um emprego, saúde. Nada mais justo retribuir a todos esses benefícios em prol da obra do Evangelho.
 Em segundo lugar, os pastores poderiam ser mais transparentes na administração dos recursos financeiros oriundos de dízimos e ofertas. Há igrejas em que o pastor não presta contas, e quando um membro pede para ter acesso aos dados financeiros, recebe a resposta de que quem dá o dízimo cumpre uma obrigação diante de Deus e não precisa depois ficar sabendo para onde foi à contribuição. Como os cristãos se sentirão impulsionados a dizimar numa situação como essas? A Igreja, pelo código Civil, é regida pelas normas que se aplicam a associações, significando, portanto que todo membro é um administrador dos bens da igreja. Ninguém vai continuar dando dízimo se perceber que os bancos da igreja continuam quebrados, que os banheiros são sujos, etc. 
Certamente existem outras maneiras de persuadir aos crentes a darem o dízimo que não seja esse recurso terrorista. Sei que falar sobre dízimo sempre é algo muito delicado, pois gera sempre intensas discussões. Há muito debate sobre a licitude ou não da cobrança do dízimo.
O meu objetivo foi incutir, na mente de meus leitores, apenas esta idéia: se quiser pedir aos crentes que dêem o dízimo, peça direito e sem violentar o texto bíblico.
Pr. Flávio Nunes

terça-feira, maio 15


                A LEI DO SENHOR É VIVA E EFICAZ

As verdades da Palavra de Deus são um escudo contra os enganos de Satanás. Negligenciar essas verdades abriu a porta aos males que agora se generalizam no mundo. Tem-se perdido de vista, em grande medida, a importância da lei de Deus. Uma compreensão equivocada sobre a lei divina tem provocado erros a respeito da conversão e santificação, rebaixando a prática religiosa. Nisso está o segredo da falta do Espírito de Deus nos reavivamentos de nossa época. Muitos guias religiosos afirmam que Cristo, em Sua morte, aboliu a lei. Alguns a representam como um pesado fardo e, em contraste com a "escravidão" da lei, apresentam a "liberdade" que pode ser desfrutada através do evangelho. Porém, não era assim que os profetas e apóstolos consideravam a santa lei de Deus. Escreveu Davi: "Andarei em verdadeira liberdade, pois tenho buscado os Teus preceitos" (Salmo 119:45). O apóstolo Tiago se refere aos Dez Mandamentos como "a lei perfeita, que traz a liberdade" (Tiago 1:25). O apóstolo João pronuncia uma bênção sobre todos os que "obedecem aos mandamentos de Deus" (Apocalipse 12:17; 14:12).Se tivesse sido possível mudar a lei ou deixá-la de lado, Cristo não precisaria ter morrido para salvar o ser humano da penalidade do pecado. O Filho de Deus veio para "tornar grande e gloriosa a Sua lei" (Isaías 42:21). Disse Jesus: "Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir. [...] Enquanto existirem céus e Terra, de forma alguma desaparecerá da Lei a menor letra ou o menor traço" (Mateus 5:17, 18). A respeito de Si próprio, Cristo declara: "Tenho grande alegria em fazer a Tua vontade, ó Meu Deus; a Tua lei está no fundo do Meu coração" (Salmo 40:8).A lei de Deus não muda, pois é uma revelação de Seu caráter. Deus é amor, e Sua lei também o é. "O amor é o cumprimento da Lei" (Romanos 13:10). Diz o salmista: "A Tua lei é a verdade"; "Todos os Teus mandamentos são justos" (Salmo 119:142, 172). Paulo declara: "A Lei é santa, e o mandamento é santo, justo e bom" (Romanos 7:12). Uma lei assim precisa ser tão duradoura quanto o seu Autor.O objetivo da conversão e santificação é reconciliar as pessoas com Deus, pondo-as em harmonia com os princípios de Sua lei. Logo depois da criação, o ser humano estava em perfeita harmonia com a lei de Deus. O pecado, porém, afastou-o do Criador. O coração estaria em guerra contra os princípios da lei de Deus. "A mentalidade da carne é inimiga de Deus porque não se submete à Lei de Deus, nem pode fazê-lo" (Romanos 8:7). Mas "Deus tanto amou o mundo que deu o Seu Filho Unigênito" (João 3:16) para que o ser humano pudesse ser reconciliado com Deus, restaurado à harmonia com o seu Criador. Essa mudança é o novo nascimento, sem o qual a pessoa não "pode ver o Reino de Deus" (João 3:3).

sábado, maio 5

A Grande Comissão Segundo Mateus


Antes de Jesus subir ao céu, ele reuniu os seus discípulos e declarou:
"Toda a autoridade tem sido dada a mim no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo: ensinando-os a observar todas as coisas que vos ordenei: e eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo "(Mt. 28:18-20 ASV).
Então lê o que é comumente chamado de "a Grande Comissão", como apresentado no registro de Mateus Evangelho. Esta narrativa é uma mina de ouro, espalhados aqui e ali com pepitas espiritual que enriquecem a alma. Vamos explorar este depositário da verdade divina.

Autoridade

A base de "ordens de marcha" do Senhor é a sua autoridade. "Toda a autoridade tem sido me dado", declarou o Salvador ressuscitado.
O termo grego exousia é melhor traduzida como "autoridade" (ASV) do que "poder" (KJV). Denota direita do Senhor, como o Filho de Deus, para comandar obediência. Existem diversos pontos importantes que precisam de ser mencionado em relação a esta frase.
Primeiro, embora o verbal "tem sido dado" é passado, ele antecipa a coroação iminente de Cristo, quando, após sua ascensão, o Senhor foi "sentar-se [de Deus] mão direita nos lugares celestiais, muito acima de todo principado, e autoridade e poder, e domínio ", etc (Ef 1:20,21).
Às vezes, uma forma de pretérito é idiomaticamente empregada na profecia para denotar a certeza de um evento. Embora seja verdade que Jesus exerceu autoridade divina durante seu ensinamento ministério (cf. Mt 7:29; 10:1,7,8.; 22:43,44), no momento de seu retorno ao Pai, que a autoridade era expandida, ou seja, exercido tanto no céu e na terra (Carson, p. 594). Apenas o próprio Pai é isento desta reinado (cf. 1 Cor. 15:27, 8). Certamente esta declaração da autoridade real de Jesus Cristo é uma prova de sua divindade.
Em segundo lugar, o fato de que essa autoridade foi "dada" ao Senhor é um comentário sobre a sua subordinação ao Pai. Antes da encarnação, ou seja, o ponto em que a Palavra eterna (cf. Jo. 1:1) se fez carne (cf. Jo. 1:14), a Segunda Pessoa da Trindade possuía uma "igualdade" com Jeová.
Ao assumir a "semelhança de homem", no entanto, o Senhor escolheu não manter essa igualdade. Ao contrário, ele "se esvaziou" o exercício independente de certas prerrogativas divinas, e se rendeu à vontade de seu Pai (cf. Fil. 02:05 ss). Para uma discussão mais detalhada sobre este assunto, consulte "Publicações courier" para o trabalho do autor em Filipenses (Jackson, pp 45-48).
Em terceiro lugar, durante o seu reinado, Cristo seria delegar certa autoridade (por exemplo, aos apóstolos - cf Mt 19:28.)., Ainda, não há evidência bíblica que quer que ele iria nomear qualquer dignitário terrena para funcionar como "a cabeça visível de a Igreja na terra ", como é reivindicado por escritores católicos romanos (Attwater, p. 388). Jesus é "o cabeça [exclusivo]" dessa instituição (Col. 1:18).

Fazer Discípulos

No texto grego, Mateus 28:19 começa com um particípio, literalmente, "ter ido." Mas particípios às vezes pode ser usada no sentido (de comando) imperativo (ver Friberg, pp 809810), portanto, não é impróprio tornar o termo como "Go" nesta passagem. Cristo, assim, advertiu aos seus homens para sair e "fazer discípulos".
A expressão "fazer discípulos" ("ensinar" KJV) também é um comando. A forma básica da palavra é mathetes , que na verdade é "um aprendiz." A palavra deriva da raiz math , o que indica ", pensou acompanhado pelo esforço" (Vine, p. 221). Etimologia, portanto, sugere que um discípulo é aquele que "está em relação ao outro, como aluno e é instruído por essa pessoa" (Balz & Schneider, p. 372).
Existe uma clara implicação na utilização deste termo. Aquele que está sujeito ao batismo é aquele que é capaz de ser um estudante, um aprendiz.
O Congregationalist estudioso Philip Dodderidge, em seu Expositor família famosa, argumentou que a verbal matheteusate em 28:19
"Parece importar instrução nos fundamentos da religião, o que era necessário conhecer e submeter-se, antes que pudessem ser admitidos regularmente ao batismo" (citado por Shepherd, p. 262).
Da mesma forma, Matthew Henry, um presbiteriano, observou que pessoas íntimas discipulando que
"O essencial da religião de Jesus, - a remodelagem do caráter, através da verdade, - é necessário para autorizar qualquer pessoa ao batismo" (p. 307).
Obviamente, por conseguinte, os lactentes, são excluídos. O Novo Testamento não sabe nada de bebê batismo.

Fatos sobre o Baptismo

Homens do Mestre foram comissionados para discipular os convertidos, batizando-os. Isso revela claramente que o batismo foi administrado humanamente. Assim, essa referência a imersão não é uma alusão a uma espécie de "Spirit" batismo.
Também, o facto de que o batismo é administrado por uma segunda parte demonstra que o modo é tal que não pode ser auto-imposta, como é o caso com aspersão ou derramamento. No batismo verdadeiro, o candidato é passivo, ele é "levantada" [por outro] para andar em novidade de vida (Colossenses 2:12, Rm 6:4.). Aspersão e derramamento são pós-apostólicos inovações.
Esse contexto também fala indiretamente para o propósito do batismo. Isto é indicado em duas maneiras.
Primeiro, devemos fazer um breve comentário sobre o novo prazo Essa palavra tem, finalmente, em um sentido técnico, segundo o qual é equivalente a um "cristão" (cf. Atos 6:7; 11:26) "discípulo".. Aparentemente, por antecipação, a palavra é empregada no sentido em comissão de Mateus, para o apóstolo sugere que estamos a "fazer discípulos ... batizando-os."
O particípio ("batizando") explica que "a maneira pela qual a ação dada [" fazer discípulos "] foi feita" (Green, p. 332). Assim, em última análise, um torna-se formalmente um cristão quando ele ou ela está imerso em um relacionamento com a divindade.
Imersão, segundo é dito ser "em [não" em "KJV] o nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo." A expressão "em nome" ( eis to onoma ) é interessante. No Novo Testamento grego que significava que "aquele que é batizado torna-se a posse e vem sob a proteção de" aquele em cujo nome ele está imerso (Arndt & Gingrich, p. 575).
Assim, não é possuído pela divindade divino até ele se submete ao batismo. Mueller afirma que o batismo "em nome" de Deus uno e trino significa que a pessoa entra em uma relação de "comunhão" com a divindade por esse ato (p. 371).
À luz de tais instruções lúcido, como alguém pode negar que a imersão é essencial para um bom relacionamento com Deus?

A Trindade - três, não um

O relato de Mateus da comissão também contém um argumento sólido para a doutrina da Trindade. Jesus afirmou que aqueles discipulado deve ser imerso "em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo."
De especial interesse é o fato de que cada um dos substantivos - Pai, Filho e Espírito Santo - é precedido pelo artigo definido (traduzido por "o" na Bíblia em Inglês). Na gramática grega, quando uma série de substantivos é acompanhado pela conjunção kai ("e"), se um artigo inicia a série, mas está faltando os substantivos subseqüentes, em seguida, os nomes permanecem como uma mais descritiva do assunto inicial. Isto é conhecido como regra de Sharp (Dana e Mantey, p. 147).
Por outro lado, quando o artigo é repetido antes de cada substantivo, "a distinção de cada" coisa ou pessoa (como no caso presente) é enfatizado (Warfield, p. 42). Pai, Filho e Espírito Santo são, portanto, não apenas três qualidades do Deus de uma pessoa, como alegado pela Igreja Pentecostal Unida. Pelo contrário, o Pai, o Filho eo Espírito Santo são três Pessoas divinas distintas.

Instrução Continuada

Depois de uma leva seu aluno em um conhecimento e obediência ao Filho de Deus, há uma responsabilidade permanente para instruir o novato nos fundamentos da fé.
Consistente com esta admoestação, por exemplo, é o fato de que os idosos são obrigados a "alimentar o rebanho" (Atos 20:28). Mas aqui está uma questão intrigante. Se os anciãos e os professores são obrigados a se alimentar, são os alunos obrigados a comer?
É uma questão de total espanto, para não mencionar consternação, que tantos membros do corpo de Cristo hoje sinto que freqüentar a igreja, além de um serviço de ceia do Senhor no domingo, é puramente uma questão de opção.
Não passagens como Tito 2:14; 10:25 Hebreus, 4:17 e James têm algum significado? Waning Bíblia atendimento estudo é um triste comentário sobre a condição da igreja de hoje.

Presença permanente de Cristo

Jesus declarou que se seu povo realizar a Comissão instituiu, ele seria "com [os] sempre, até o fim do mundo." Existe uma mais reconfortante passagem do Novo Testamento com ênfase na atividade providencial do Salvador?
Mais tarde, Paulo podia dizer:
"Na minha primeira defesa ninguém foi a minha parte, mas todos me abandonaram ... mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me" (2 Tm. 4:16,17).
Verdadeiramente, a Comissão de Mateus está repleto de informações valiosas. Vamos ser atualizada assim.
Fontes / Notas de Rodapé
  • Arndt, William F. e Gingrich, F. Wilbur (1967), Um Léxico Grego-Inglês do Novo Testamento (Chicago: University of Chicago).
  • Attwater, Donald (1961), Um Dicionário Católica (New York: Macmillan).
  • Balz, Horst e Schneider, Gerhard (1981), Dicionário exegético do Novo Testamento (Grand Rapids: Eerdmans), vol. 2.
  • Carson, DA (1984), "Mateus", Commentary O Expositor da Bíblia, Frank Gaebelein, Ed. (Grand Rapids: Zondervan).
  • Dana, HE e Mantey, Julius (1957), A Gramática Manual do Novo Testamento em grego (New York: Macmillan).
  • Friberg, Barbara e Timothy (1981), Analytical Greek New Testament (Grand Rapids: Baker).
  • Green, Samuel G. (1907), Manual da Gramática do Novo Testamento grego (Londres: Tract Society Religiosa).
  • Henry, Matthew (1834), "Mateus-John" The Comentário Compreensivo, William Jenks, Ed. (Boston: Shattuck & Co.)
  • Jackson, Wayne (1987), O Livro de Filipenses (Abilene, TX: Qualidade).
  • Mueller, J. Theodore (1960), Dicionário de Teologia Baker, EF Harrison, Ed. (Grand Rapids: Baker).
  • Pastor, JW (1950), Manual de Batismo (Nashville: advogado Evangelho).
  • Vine, WE (1991), Dicionário Expositivo Amplificado de Palavras do Novo Testamento (Iowa Falls, IA: World).
  • Warfield, Benjamin (1952), Estudos Bíblicos e Teológicos (Filadélfia: Presbyterian & Reformed).